sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Novo visual


Olá amigos do Pura Substância!


Estamos com a idéia de mudar um pouco a roupagem do nosso blog. E eu estou trabalhando no novo projeto visual do nosso "cantinho", essa é uma pequena parte do que esta por vir. Dicas e sujestões são bem vindas para melhorarmos o nosso espaço, você tem alguma? Sintasse a vontade de colocar o dedo em nossa "panela"!
=]

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Cobrança no boteco do Gordo.

Eu estava no bar, e quando estou no bar estou em casa. E também por que me sinto num altar, meu baralho e meu dominó são como a vela e o santo. No sábado, estava no boteco do gordo e ao meu lado o vizinho conversava com Mauro, e eu conversava com o gordo e ambos tínhamos a satisfação de estarmos ali como se fosse o céu mais perto do mundo. Uma cerveja de leve, minha azeitona sagrada e sol. O vizinho saiu um instante até a calçada pra cuspir e o sol desapareceu. Dois sujeitos estranhos cobrando uma grana, em voz alta, dando prazo de busca e tudo e o vizinho ficou sem voz.
O Gordo achou estranho e preferiu não comentar nada. O Mauro ficou preocupado e o vizinho partiu pra sua casa em passos largos. Eu continuei bebendo minha cerveja que por um momento esqueci. Não fiquei muito assustado, fiquei sem entender, mas, não assustado. Minha cerveja acabou, pedi um conhaque -Pra queimar tudo. Era por volta das 15h00 quando o filho do Mauro chegou no boteco avisando que o vizinho estava morto. Foi encontrado enforcado no seu quarto.




Por: Danilo Cruz.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Ca-lorque-i-ma.

Calor/ temperatura elevada que queima tudo/ que provoca dor/ o calor/ natural momento de vapor de nós mesmos/ calor que me cega como um raio/ me remete ao arder dos meus olhos/ calor que dá sede/ que lembra seca/ que seca tudo/ calor que é fogo.


Por: Danilo Cruz.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Feliz 2010!

Amigos, Quero desejar um feliz Ano novo a todos que visitaram meu blog no ano anterior, também agradeço a minha familia pelas criticas e sugestões que sempre são sinceras e bem vindas [meu termometro]. Quero agradecer o amor daquela pessoa que tanto me fez feliz este ano, e que com certeza muito mais esta por vir. Neste momento tão propicio, gostaria de lamentar a indone das pessoas que têm feito mal ao seu próximo, seja por inveja, rancor ou falsidade, lamento tanto que não sei dizer o quanto. Eu, neste momento, lamento não te sido mais conveniente nas minhas escolhas, lamento não ter sido mais paciente em minhas fraquesas, lamento não ter sido mais racional em minha raiva. Gostaria de ter sido mais perfecconista em meus desenhos, pesso desculpas aqueles que não consegui agradar com meus rabiscos, mas com a certeza de ter sido o mais verddeiro possivel em meus traços. Obrigado aqueles que não me negaram abraços. Um brinde a vida, um brinde a amizade, um brinde a enbreagues de quem vus escreve, um brinde ao ano que virá, pois este ano eu aprendi... Um brinde a vida!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Conheça a Casa do Cordel




Conheça a Casa do Cordel:
Rua Vigário Bartolomeu, proximo ao mítico “ Beco da lama”.
Seja um associado da casa por apenas R$1,00.
Tel: 9147-6182 (Poeta Abaeté)
E-mail: oencantodocordel@hotmail.com

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A poesia de meu amor.

Meu amor pediu uma poesia pra nós/ Perguntei quando ficariamos a sós/ Disse que escreveria sobre tudo que foi feito pra nós/ Da areia da rua da casa dela até as duas passagens que reservei pra nós/ Meu amor pediu uma poesia/ Disse que escreveria as melhores letras/ Que seria a melhor poesia/ Que de tudo eu escreveria/ Se ela viesse morar comigo um dia.


Por: Danilo Cruz.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A herança, o palácio e a ferrugem.

Era um palácio coberto de granito/ Era um palácio com ouro e prata/ Era um palácio com carroagens e cavalos/ É uma casa/ Abandonada/ Sem ouro e sem prata/ É uma casa abandonada/ Onde a ferrugem é a carroagem/ E fede os defuntos dos cavalos.

Por: Danilo Cruz.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Benção, padim!

Quando eu nasci,
não pedi a benção ao padim,
não arrumei um padim,
não implorei por um padim,
não chorei aos pés do padim.

Quando eu nasci,
simplesmente, nasci.



Danilo Cruz.