sexta-feira, 9 de abril de 2010

É tudo verdade.


Principal festival Latino Americano de documentários, acontence entre 8 e 18 de Abril em São Paulo e 9 e 18 de Abril no Rio. Programação disponível: etudoverdade.com.br.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Ao contrário, tudo ao avesso.

Ao contrário ou tudo ao avesso./A fechadura fecha ao contrário,/quando é pra fechar, abre/ Quando é pra abrir, fecha/ A fechadura é feito boca,/ quando é pra fechar, abre / Quando é pra abrir, fecha./ E essa boca que fecha ao contrário, qual é?/ E a fechadura, de qual cadeado é? ou de qual portão ou porta, é?/ Como que se abre?/ Se tá ao contrário, tudo ao avesso./ Se tá ao avesso, tudo ao contrário.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

A ilusão paga passagem.

Rocha que voa.





Documentário que conta os trabalhos de Glauber Rocha durante os anos de exílio, principalmente em Cuba. Dirigido pelo seu filho mais novo, Eryk Rocha. Se tiverem a oportunidade de assistir, prestem atenção nos comentários dos cubanos em relação a arte de Glauber. O filme mostra o autor em sua mais ampla concepção de integração com a sociedade latino americana, e o impacto desta integração na sua arte. Passando pela Africa e Europa, onde Glauber recebeu seus devidos méritos como cineasta.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Jegofobia.

É que tem gente que tem medo de tudo. E o último medo que eu descobri... é que tem gente que tem medo de jegue! Medo de jegue não, medo de passar perto de um jegue. Quando ver um jegue vai pro outro lado da rua, feito besta. E a pessoa, que tem medo do jegue, ainda diz que o que ela queria mesmo era morar num lugar onde nem não tivesse jegue nenhum. Podia ter de tudo, menos o jegue. Fico curioso pra saber o porque do medo dessa pessoa que tem medo de jegue. Sei que todo medo é explicado. Será que a ciência explicaria como jegofobia?


Por: Danilo Cruz.

quinta-feira, 25 de março de 2010

domingo, 21 de março de 2010

domingo, 7 de março de 2010

Espanto.

Se eu te causar espanto,
é porque vou procurar meu canto.
Tudo que aprendi, levarei com seu pranto.
A vela, o choro e santo.

Volto pra visitar seu canto,
espero que não entres em prantos,
Tens meu amor e tudo quanto.
Agora partirei,
sem saber ao final, se estou pronto.


Por: Danilo Cruz.

sábado, 6 de março de 2010

Razão.

Foi o estabilizador que quebrou, não foi o silencio que gritou, mas foi à razão que virou, pois retornando da encruzilhada da vida perto da esquina do universo eis que o mundo abortou, paradoxalmente sem nexo mas com anexo, fez com que o vulto se revirasse interpretando o infinito através do finito, pois com muito pesar se repousou para rebobinar o programado, mas o que foi isto, é aquilo valera isso.
Mas com certeza kxharmkihsthzas saberá, pois ofuscando a luz da nevoa se, pois a ver no mirante a Fé perdida das minhocas mancas..., mas o que! Eram só canções de uma época perdida do futuro mas ainda presente no instante que se passo e remodelou para sempre o cadáver daquele ser vivo inanimado e rotulado.
Era de se esperar, pois no devaneio da vida refletindo sobre esses universos paralelos do inconsciente projetado miraculosamente sobre o nada e para o nada, cegamente viu uma visão que era ele, ouvindo o clarim no fundo do mar anunciando o crepúsculo das estrelas e o retorno d!...
Mas Que porra me perdi no labirinto da consciência, foi a gota d’água ou foi o saco cheio do balde que fez derramar o propósito, do delírio da demasia, daquilo ou disso, também poderá, xeretou o vomitório com vulgaridade, para daí interpretar as linhas da neurose da razão e seus interesses particulares jogado ao acaso.
Há mas já passou, foi à luz que acabou é a cabeça que virou.

*Por: Edson Matos,2010.
**E-mail: edson_alive@hotmail.com

Cintilando

A vida ia cintilando, entre as estrelas do ser...
A vida ia cintilando, entre as esperanças dos esquecidos no abismo do mundo, e a Fé perdida nas idéias esquecidas.
A vida ia cintilando, Entre ida e vinda ia como um tucunaré no rio da vida, esperando uma margem firme nas cordilheiras da cadencia ou águas mais profundas na aurora do mundo, ou apenas desembocar num oceano aonde o horizonte do fim seja apenas o inicio da transfiguração do ser...
A vida ia cintilando, entre desvairadas ilusões concretas, aonde se encontrava redemoinhos pré-fabricados pelos deuses, porque sempre iríamos encontrar no coração de cada ser abduzido pela alienação da multidão solitária as engrenagens para ser...
A vida ia cintilando, entre a poeira da chuva e o livre arbítrio dominado unicamente pelo vento do esquecimento, convém porem antes estuprarmos a lua, lar dos heróis, dos santos trapalhões, e dos super-egos salvadores dos grãos de areias e das formigas sem os seis sentidos para ser...
A vida ia cintilando, entre desvairadas esperanças entre ida e vinda ia à poeira nas estrelas de cada ser...


*Por: Edson Matos,2010.
**E-mail: edson_alive@hotmail.com