sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Feliz 2010!

Amigos, Quero desejar um feliz Ano novo a todos que visitaram meu blog no ano anterior, também agradeço a minha familia pelas criticas e sugestões que sempre são sinceras e bem vindas [meu termometro]. Quero agradecer o amor daquela pessoa que tanto me fez feliz este ano, e que com certeza muito mais esta por vir. Neste momento tão propicio, gostaria de lamentar a indone das pessoas que têm feito mal ao seu próximo, seja por inveja, rancor ou falsidade, lamento tanto que não sei dizer o quanto. Eu, neste momento, lamento não te sido mais conveniente nas minhas escolhas, lamento não ter sido mais paciente em minhas fraquesas, lamento não ter sido mais racional em minha raiva. Gostaria de ter sido mais perfecconista em meus desenhos, pesso desculpas aqueles que não consegui agradar com meus rabiscos, mas com a certeza de ter sido o mais verddeiro possivel em meus traços. Obrigado aqueles que não me negaram abraços. Um brinde a vida, um brinde a amizade, um brinde a enbreagues de quem vus escreve, um brinde ao ano que virá, pois este ano eu aprendi... Um brinde a vida!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Conheça a Casa do Cordel




Conheça a Casa do Cordel:
Rua Vigário Bartolomeu, proximo ao mítico “ Beco da lama”.
Seja um associado da casa por apenas R$1,00.
Tel: 9147-6182 (Poeta Abaeté)
E-mail: oencantodocordel@hotmail.com

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A poesia de meu amor.

Meu amor pediu uma poesia pra nós/ Perguntei quando ficariamos a sós/ Disse que escreveria sobre tudo que foi feito pra nós/ Da areia da rua da casa dela até as duas passagens que reservei pra nós/ Meu amor pediu uma poesia/ Disse que escreveria as melhores letras/ Que seria a melhor poesia/ Que de tudo eu escreveria/ Se ela viesse morar comigo um dia.


Por: Danilo Cruz.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A herança, o palácio e a ferrugem.

Era um palácio coberto de granito/ Era um palácio com ouro e prata/ Era um palácio com carroagens e cavalos/ É uma casa/ Abandonada/ Sem ouro e sem prata/ É uma casa abandonada/ Onde a ferrugem é a carroagem/ E fede os defuntos dos cavalos.

Por: Danilo Cruz.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Benção, padim!

Quando eu nasci,
não pedi a benção ao padim,
não arrumei um padim,
não implorei por um padim,
não chorei aos pés do padim.

Quando eu nasci,
simplesmente, nasci.



Danilo Cruz.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Espinhos e trovoada.

No concreto,
as nuvens se formam,
e cai feito trovoada.

No abstrato,
as nuvens se formam,
e cai feito espinhos no asfalto.

No concreto,no abstrato...
As nuvens se formam,
e cai.



danilo cruz

sou feliz

Descobri que não sei o que é sintaxe
o que é a axioma
nem o que escreve Dostoiévski
Bandeira
Drummod
João cabral
nem o que diz minha mãe.
Todo não saber
me faz feliz.

Triste seria
perder o prazer da descoberta.
Triste seria
se soubesse tudo
sobre todas as coisas.


pirenco